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Educação, Saúde e Sociedade, edição 285

O direito humano à água na prevenção da Covid-19 – Priscila Neves Silva – EXCLUSIVO
Segundo dados da OMS, 785 milhões de pessoas no mundo não têm acesso adequado à água o que compromete a prevenção de diversos agravos à saúde incluindo, agora, a Covid-19. Se analisarmos o acesso à água e ao sabão.

Chegou a hora do retorno às aulas: e agora? – Marcus Periks B. Krause – EXCLUSIVO
Ainda não é consenso entre pais de alunos e professores sobre o retorno presencial às aulas na educação básica, tendo em vista que lidar com crianças, requer habilidades específicas, diante das características típicas deste público.

FAMÍLIA, à sua maneira! –  Aleluia Heringer Lisboa Teixeira – EXCLUSIVO
Além do impacto econômico, existe a estrutura familiar. O alicerce dará conta de segurar o tempo de turbulência? Os filhos, que antes passavam parte do dia na escola ou cumprindo agendas cheias, agora estão nos apartamentos. Felizes são aqueles que têm um quintal!

A nova cara da morte – Jorge Carvalho do Nascimento (para o blog Educação, História e Política)
Como regra, os velhos são mais taciturnos, menos sociáveis que os jovens e bem menos calorosos nas suas manifestações de sentir.

Os impactos ignorados da covid-19 para presas e egressas – Nexo
As estratégias adotadas até agora pelas autoridades são insuficientes para evitar a contaminação em larga escala no sistema prisional feminino e o aprofundamento da vulnerabilidade social de egressas

Argentina, Brasil e México liderarão o aumento regional da pobreza devido à pandemia de coronavírus –  El País Brasil
O último relatório da Cepal para a América Latina prevê uma queda de 9,1% no PIB e o fechamento de 2,7 milhões de empresas

Jovens indígenas dizem temer perda de lideranças anciãs em meio à pandemia de covid-19 – Nações Unidas
Durante debate promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), jovens indígenas de diversas partes do País expressaram suas maiores preocupações e os principais impactos da pandemia em suas comunidades

(Re)existência dos griôs nos quilombos em meio à pandemia – Maria Aparecida Ribeiro de Sousa e Débora Gomes Lima para a Folha de S. Paulo
“Além da covid-19, temos que lidar com a invasão de grileiros e até mesmo do Estado nos nossos territórios”, contam Maria Aparecida, da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins e Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), e Débora, integrante do Movimento Estudantil Indígena e Quilombola

A tragédia brasileira – Flávia Biroli (para o Boletim Cientistas Socais e o Coronavirus)/
A pandemia nos atinge coletivamente, mas isso ocorre de modo que as hierarquias e formas de vulnerabilidade que já existiam condicionam nossas possibilidades de lidar com seus efeitos.

Não soltei (virtualmente) muitas mãos, mas várias outras me escaparam – Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer (para o Boletim Cientistas Socais e o Coronavirus)
Com este texto, espero contribuir compartilhando porque decidi dar aulas remotas, sem titubear, apesar de nunca ter feito isso e de ter sérias dúvidas a respeito das limitações, problemas e consequências desse recurso.

Notas para uma sociologia da saúde brasileira  – Rodolfo Puttini (para o Boletim Cientistas Socais e o Coronavirus)
A “história natural das doenças” é a referência metodológica do modelo preventivista de Leavell e Clark; esse modelo de conhecimento vem sintetizado na tríade ecológica (agente, hospedeiro, ambiente), cujo tempo/espaço de atuação se apresentam em dois domínios para a análise das ações médicas (individual) e das ações em saúde pública (coletiva): o período pré-patogênico e o período patogênico.

Não se combate covid sem as ciências sociais, diz Paulo Saldiva – Jornal da Ciência
Estágio atual das pesquisas científicas sobre a covid-19 foi tema de exposição no primeiro painel da Mini Reunião Anual Virtual da SBPC.

Difamação, negacionismo e a volta do Dirceu Borboleta – Thomas Lewinsohn (para O Eco)
Além da mera desqualificação de outros cientistas, ecólogos são escrachados como naturebas, abraçadores de árvores, ativistas de uma ingênua e retrógrada volta à natureza. Em suma, nem são considerados cientistas.


 

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