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Ano 3 – nº 104 / sexta-feira, 06 de novembro de 2015

EDITORIAL

A população quer saber sobre a ciência!

Desafios aos cientistas e às instituições de pesquisa

Há poucas semanas foram divulgados em Belo Horizonte os resultados de uma pesquisa coordenada pelo prof. Yurij Castelfranchi, da UFMG, que foi patrocinada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, a FAPEMIG. A pesquisa, bastante abrangente, buscou saber o que os mineiros pensam sobre ciência, os cientistas, os valores associados ao conhecimento científico e, ademais, qual era o grau de interesse das pessoas em conhecerem mais sobre o assunto.Leia mais.

NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO 

Em 9 de novembro o “Pensar a Educação, Pensar o Brasil” abre uma série de entrevistas dedicadas ao dia da consciência negra. Na próxima segunda receberemos a professora da PUC Minas Vânia Noronha para falar sobre a tese “Os festejos do reinado de Nossa Senhora do Rosário em Belo Horizonte/MG: práticas simbólicas e educativas.”

Segunda também tem Educação em Pauta, Reportagem especial, a Agenda da Educação e a sessão especial Educação e Midias.

Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação Pensar o Brasil vai ao ar pela Rádio UFMG Educativa 104,5FM.

ENTREVISTA

O Inep que a sociedade quer – Alex da Silveira

O Inep deve publicar os estudos que a sociedade precisa e disseminar com transparência os dados e diagnósticos da educação brasileira. Em busca da qualidade e de tudo que favoreça a permanência e o êxito dos estudantes, como a sociedade quer. Enfim, servindo, como é sua missão, à população brasileira, aos professores, educandos, trabalhadores e pesquisadores.

CONVITE À LEITURA

Escolas escravas, madrasas corânicas – Alessandra Frota Martinez de Schueler-EXCLUSIVO

Não por acaso, a complexa relação entre leitura, escrita e magia constitui problemática central enfrentada no estudo, que visa aprofundar a nossa compreensão sobre a emergência de um acontecimento deveras significativo para a história brasileira: a chamada Revolta dos Malês, ocorrida em 1835, na cidade de Salvador, no Império do Brasil.

EDUCAÇÃO EM DEBATE

Extensão e pesquisa: duas ou três notas para pensar a universidade– Alexandre Fernandez Vaz  – EXCLUSIVO

Penso que deveríamos dedicar mais atenção à extensão universitária. Suponho que sua problemática, e talvez este seja um motivo de haver tantas dificuldades na reflexão sobre ela, seja da ordem da relação entre Universidade e sociedade.

Customização curricular na escola dos jovens? – Roberto Silva – EXCLUSIVO

As diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Médio, publicadas em janeiro de 2012, apresentam a possibilidade da construção de itinerários formativos opcionais e diversificados. Ao indicar outras formas de oferta e organização desta etapa da Educação Básica, procura, do ponto de vista curricular, “fomentar alternativas de diversificação e flexibilização”.

PL espião, na contramão da democracia – Salete Cordeiro – EXCLUSIVO

Nesse instante, mais uma batalha começa a ser travada, o Marco Civil passa por um novo ataque, o PL 215/2015, que passamos a denominá-lo de #PLespião. Sua redação possui forte apelo à criminalização e ao vigilantismo, vai na contramão de tudo o que foi construído durante o processo de tramitação do Marco Civil da Internet.

Palavras ou pedras? A agressividade nas redes sociais e a escola – Aleluia Heringer Lisboa – EXCLUSIVO

Ao observar a agressividade com que as pessoas se relacionam nas redes sociais, tenho a sensação de que teremos que voltar à infância da humanidade e reaprender a conviver. Basta correr os olhos nas postagens do Facebook e no Twitter para notar que as palavras ocuparam o lugar das pedras e estão sendo usadas para atacar e ferir.

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ENTREMEMÓRIAS

Entre Memórias e lembranças: a trajetoria do professor Mario Palmério – Matheus Barra e Silva, Nathalia Rafaela Paes e Silva e Gustavo Borges –EXCLUSIVO

O que marcou a trajetória e memória de Mario Palmério foi a disposição em ser sempre moderno. Isso significa estar suspenso de seu contexto, de sua subjetividade, para avaliar com racionalidade o que se deve fazer para que a relação professor/aluno seja eficiente, saudável e prazerosa.

PESQUISA EDUCACIONAL

GARANHANI, Marynelma Camargo; NADOLNY, Lorena de Fátima. A linguagem movimento na educação de bebês para a formação de professores. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 40, n. 4, p. 1005-1026, out-dez, 2015.

Este estudo aborda uma proposta de educação para bebês, ancorada nos pressupostos de Wallon, para discutir estratégias formativas que mobilizam a reflexão de professores sobre saberes da linguagem movimento na Educação Infantil.

Pesquisa Concluída – O ideário de modernização e o projeto para ensino agrícola em Minas Gerais: de Fazenda-Escola a Escola Média de Agricultura Florestal – (1939-1955) – Bruno Geraldo Alves

A dissertação, defendida no ano de 2014, foi construída com a proposta de abordar o ensino agrícola em Minas Gerais, no período de 1939 a 1955, pensado enquanto produto de políticas públicas imersas em um ideário específico de modernização.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Primeiro dia de Seminário promovido pela Finep traz questões e soluções para a inovação no Brasil – FINEP

O primeiro dia do Seminário de Desenvolvimento Produtivo e Inovativo: Oportunidades e Novas Políticas, aconteceu na manhã desta quarta-feira (04/11), na Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). A abertura contou com a presença do presidente da Finep, Luis Fernandes, além de representantes de instituições e entidades parceiras, como o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), o Centro de Altos Estudos Brasil Século XXI, o Clube de Engenharia e a Firjan. 

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EDUCAÇÃO PELO BRASIL

Educação racial deve ser priorizada no ensino médio, diz pesquisador – Portal UOL Educação 

O presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (Abpn) e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina, Paulino Cardoso, defendeu hoje (5) que a educação político racial deve ser priorizada no ensino médio.

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AMÉRICA LATINA

El voto de los universitarios (Página 12, Argentina)

El escenario de ballottage entre el candidato del Frente para la Victoria, Daniel Scioli, y el de Cambiemos, Mauricio Macri, impulsó a los actores del campo universitario a redefinir posiciones. Referentes de los gremios docentes, las federaciones estudiantiles y los consejos de rectores de universidades analizaron lo hecho durante las gestiones kirchneristas y lo propuesto de cara al futuro por los dos espacios en disputa (ver aparte). Y decidieron manifestar su apoyo por algún postulante o declararse al margen, alegando la pluralidad de opiniones al interior de sus organizaciones. Ante la consulta de Página/12, ninguno de los dirigentes universitarios explicitó su apoyo a Macri, contrariamente a lo que ocurrió con el candidato del FpV que, no sin críticas, recibió el respaldo de docentes y estudiantes.

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PENSAR INDICA

No Ciência no Ar, programa de televisão produzido pela FAPEMIG, o Diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Douglas Falcão, fala da importância de incentivar as crianças e adolescentes no envolvimento com a ciência

INDICAÇÃO DO LEITOR

Analise da Silva – Nota Pública dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos do Brasil: Saudação ao MEC/INEP pelas questões presentes no ENEM 2015

Lucila Diament – Seminário PASEM “Encerramento do Sistema de Pasantías Regionais“

Denise Pereira – Seminário Avaliação e Gestão Educacional em municípios brasileiros: caracterização das iniciativas de curso

Wagner Rodrigues – Revista de História da Educação Matemática

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OPINIÃO DO LEITOR

Francisco em 02/11/2015 (EDITORIAL – Edição 103 – 29/10/2015 – A reorganização da escola paulista: entre a esperteza e a responsabilidade)

Então, o artigo traz várias constatações importantes, mas peca por apontar uma só solução para o problema. Deveria ter apontado outras, que inclusive são mais importantes: a ampliação do EJA e do Ensino Médio, em vistas a reduzir o analfabetismo entre as faixas etárias com mais de 18 anos.

Joaquim em 29/10/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 103 – 29/10/2015 – Educação infantil e relações raciais: a história de Ruby Bridges/Maria Cristina Soares de Gouvêa)

Que texto bonito! Como as palavras – muito além das imagens – possibilitaram outros tantos questionamentos! Por mais que seja difícil a tarefa, alguém precisa tomar a dianteira e correr os riscos! Gostei muito!

Eliane Lopes em 31/10/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 103 – 29/10/2015 – Da vocação, ou do indizível da docência/Luciano Mendes de Faria Filho)

Talvez o bom seja reparar bem como cada um/a designa porque faz o que faz. Historicamente “vocação” fez mais mal que bem ao ser professor, ser professora, concorda? Sabemos de trabalhos que mostram claramente que alguém foi ser (sobretudo) professora não por vocação mas por que a mãe quis que ela fosse fazer curso normal. Claro que, historicamente, como as oportunidade de trabalho para a mulher eram muito reduzidíssimas ao menos se essa jovem mulher não encontrasse um marido que a sustentasse (para bem ou para mal) ela teria uma profissão que a permitiria se sustentar – “na minha falta e na do seu pai, minha filha…”- Sei não, caro amigo, queiram ou não, os indizíveis serão indizíveis (sempre e em qualquer profissão) e os impossíveis não são da ordem do exercício da profissão, são da profissão, junto com governar e curar, é bom lembrar. No mais, como disse bem Mário Quintana: “eles passarão, eu passarinho”.

Luciano Mendes de Faria Filho:

Querida amiga, obrigado pelo comentário! Mas a minha questão central continua: ao interditar a discussão, dando-o por resolvida pela dicotomia de que é uma coisa ou outra, acabamos por não permitir a sua elaboração dessas difíceis dimensões de nossas escolhas. Expulsas pela “porta da sala” elas voltam subrepticiamente pela “janela da cozinha” para nos assombrar!! Ou seja, é preciso enfrentar e não interditar a questão! Bjs.

Nima I. Spigolon em 29/10/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 103 – 29/10/2015 – A 70 años de un Premio Nobel: pensar a Gabriela Mistral, pensar la educación chilena/Carola Sepúlveda)

“pensar a educação em pauta, pensar a Gabriela Mistral, pensar la educación chilena…” Gracias a todos y cada uno

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TIRINHA

Por Vi-Venes

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