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Ano 3 – nº 078 / sexta-feira, 17 de abril de 2015

EDITORIAL

Por que falar de educação?

Vivemos tempos difíceis. São tempos em que estão em questão as garantias democráticas arduamente conquistadas pela população brasileira que se revoltou contra o arbítrio autoritário e se dispôs a construir um país em que o estado de direito, a valorização da igualdade e o respeito à dignidade humana não são valores e práticas contrárias ao reconhecimento às diferenças e à valorização de nossa diversidade. Leia mais.

NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO

Fique atento às atrações do programa de rádio “Pensar a Educação, Pensar o Brasil” do dia 20 de abril de 2015

Na véspera do Dia de Tiradentes, reprisamos a entrevista com a professora Thais Nivia de Lima e Fonseca, do dia 21 de abril de 2008, falando sobre a construção do mito de Tiradentes. Também tem reportagem Especial sobre a forma como as escolas celebram as datas cívicas, Educação em Pauta, A Agenda da Educação com os principais eventos da semana e a Seção Especial Sons e Literatura no Ar.

Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação Pensar o Brasil vai ao ar pela rádio UFMG Educativa 104,5FM.

ENTREVISTAS

A vida na escola – Personagens da Escola Municipal Zilda Arns

Na segunda feira, dia 13 de abril, o Programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil fez a primeira visita à uma escola em 2015. O programa foi transmitido ao vivo direto da Escola Municipal Zilda Arns no bairro Piratininga, regional de Nova Lima. Conversamos com a direção da escola, representantes da comunidade e dos pais dos alunos e coordenadores para conhecer a história da escola, construída a partir de recursos do Orçamento Participativo. Também conhecemos vários projetos das escolas conversando com professores, alunos e funcionários.

Série de entrevistas: “O Inep que a sociedade precisa”

Iniciamos um diálogo com diferentes representantes da comunidade acadêmico-científica, do mundo da escola, da gestão pública e da sociedade em geral para discutirmos a missão do Inep, sua atuação no campo da pesquisa educacional, seu papel na implementação do Plano Nacional de Educação etc.

CONVITE À LEITURA 

As universidades  e o regime militar. Cultura política brasileira e a modernização autoritária, de Rodrigo Patto Sá Motta – Alessandra Schueler – EXCLUSIVO

O principal propósito do livro é o de compreender como se combinaram e/ou se chocaram as reformas modernizadoras do ensino superior e as políticas autoritárias e conservadoras, que caracterizaram os governos militares nas suas conjunturas diversas entre os anos de 1964 e os anos iniciais da década de 1980, período marcado pela gradual distensão e as medidas de “abertura democrática”. 

EDUCAÇÃO EM DEBATE

Ao mpeduc@mpf.mp.br. Sugestão que se faz – Carlos Henrique Tretel –EXCLUSIVO

Que o MPEduc se faça presente, pois, às reuniões de todos os conselhos de educação, é a sugestão que respeitosamente apresento. Condição necessária para que vejamos se acelerar o processo de qualificação desse essencial serviço público para o presente e o futuro de nossa nação.

Universidade e formação (I) – Alexandre Fernandez Vaz – EXCLUSIVO

A fragmentação da pesquisa parece exigir uma atrofia da capacidade de pensar sobre o movimento de sua constituição e desenvolvimento, uma renúncia do fazer-se cientista, mantendo-se na condição de realizador de tarefas particularistas. Se isso é algo mais visível nas Ciências Naturais e em Tecnologia, também pode ser observado, cada vez mais, em Humanidades.

Inovações Tecnologias e Inovações Pedagógicas: Texto I – Henrique de O. Fonseca – EXCLUSIVO

Nessas circunstâncias surgiu, enfim, um questionamento que, ao invés de estremecer minhas estruturas, me estimulou: que tal abordar sobre temas relacionados às inovações tecnologias e inovações pedagógicas?

Sandro V. S. dos Santos e Joaquim Ramos O lugar dos homens e da profissionalização na Educação Infantil – uma questão para o debate–  – EXCLUSIVO

Esses profissionais sofreram discriminação e preconceitos de diversas formas: ora por representarem perigo para as crianças (principalmente para os bebês, para as crianças menores e, em especial, para  as meninas); em outras ocasiões não eram considerados “homens de verdade” por estarem numa profissão associada à figura feminina e maternal.

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CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Pós Graduação e Pesquisa no Brasil: as faces perversas de um projeto exitoso – Luciano Mendes de Faria Filho – EXCLUSIVO

O atual regramento da pós-graduação torna difícil a pesquisa inovadora e inviabiliza arranjos acadêmicos e institucionais que deem suporte ao desenvolvimento científico contemporâneo. Estamos, hoje, tentando responder a desafios novos em todas as áreas do conhecimento com base numa estrutura antiga, que mais engessa do que promove a pesquisa.

Presidenta da UNE convida ministro Aldo para congresso da entidade – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

O ministro recebeu a titular da União Nacional dos Estudantes, Vic Barros, com quem tratou dos desafios do ensino superior. Ela ressaltou que o debate sobre ciência e tecnologia passa pela universidade.

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EDUCAÇÃO PELO BRASIL

1 em cada 3 professores tem problemas para lidar com alunos, indica levantamento – Último Segundo

Ainda que qualificados, os professores revelam não se sentirem preparados para o cotidiano da sala de aula. Em um levantamento feito pelo grupo de educação MindGroup, 68% dos docentes dizem ter alguma dificuldade de vínculo com seus alunos e 1 em cada 3 professores afirmam ter alto nível de dificuldade nessa relação. 

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AMÉRICA LATINA

Adolescencia y sexualidad: el papel de los servicios de salud y de la educación (Clarín, Argentina)

En la adolescencia se experimentan cambios corporales, emocionales y sensoriales que generan gran efervescencia e inestabilidad. 

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PESQUISA EDUCACIONAL

LEMOS, Flávia Cristina Silveira. A medicalização da educação e da resistência no presente: disciplina, biopolítica e segurança. Revista de Psicologia Escolar e Educacional, v.18, n.3, 2014. 

Este artigo visa colocar em debate a medicalização intensiva da existência verificada na atualidade, sobretudo quando esta ocorre pelo silenciamento da resistência, seja pelas disciplinas, seja pelas biopolíticas seja ainda pelas estratégias de segurança. 

PENSAR INDICA

Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), existente desde 1986, é fruto da organização do Movimento Nacional de Pós-Graduandos (MNPG). Atuante como a ponta de uma rede de representação formada pelas Associações de Pós-Graduandos (APGs) espalhadas pelo país, a ANPG realiza diversas atividades que tem por objetivo debater a política nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e as dificuldades do cotidiano do pós-graduando.

INDICAÇÃO DO LEITOR

Luciola Lícinio de Castro Santos – Seminário Internacional – Repensando a educação: o local, o (inter)nacional e o global, em Curitiba, 28 e 29 de maio próximos. Leia mais em: www.cedhap.com.br/seminariointernacional

Participe do nosso boletim enviando sua indicação para o e-mail 

OPINIÃO DO LEITOR

Esmeralda de Oliveira Vieira em 16/04/2015 (EDITORIAL – Edição 077 – 10/04/2015 – Maioridade penal e projeto societário)

Sou assinante do Boletim “Pensar a Educação, Pensar o Brasil – 1822/2022” por perceber que está é uma forma de ter acesso a informações importantes através das reportagens e proposições de leitura que este nos apresenta.

E, especificamente na Edição 077 da última sexta-feira, 10 de abril de 2015, a reportagem sobre a maioridade Penal me chamou a atenção, por se tratar de uma decisão que está na pauta, mas que não esta levando em consideração outros fatores relacionados à criminalidade. Como se a criança/adolescente fosse o único sujeito responsável por esta violência que atinge a sociedade.

Neste sentido, tanto a referida reportagem como a entrevista concedida pelo Professor Marcus Taborda no programa “Educação em Pauta”, que foi ao ar no programa da rádio UFMG do dia 06/04/2015, nos faz refletir sobre o que realmente queremos para nossa juventude, se a melhor saída é a aprovação da Lei sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, ou se estamos, mais uma vez, promovendo a exclusão de uma parcela da sociedade através da punição e não apresentando propostas que lhes proporcionem oportunidades.

Participe do nosso boletim enviando sua opinião ou comentário para o e-mail 

É permitida a reprodução dos textos exclusivos, desde que seja citada a fonte.

Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil 1822/2022
Coordenação Geral – Luciano Mendes de Faria Filho e Tarcísio Mauro Vago

Pensar a Educação em Pauta
Coordenação Geral – Priscilla Bahiense e Luciano Mendes
Coordenação de Pesquisa e Diagramação: Sandra Ribas

Av. Antônio Carlos, 6627 – Belo Horizonte – MG – CEP: 31270-901
E-mail:  – Telefone: (31) 3409-5313

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