Opinião do leitor, Edição 254

Luiz Carlos Rena em 21/09/2019 em resposta a Dayse em 19/09/2019 (EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS – Edição 249 – 23/09/2019 – Direitos Humanos, Cultura e Educação: o reconhecimento dos saberes e fazeres das classes populares)

Tentando colaborar para o crescimento da Sra Dayse no que se refere a Paulo Freire:
Paulo Freire, o brasileiro de maior prestígio
“Comemoramos hoje, 19 de setembro, o aniversário de nascimento (1921-1997) de Paulo Freire, Patrono da Educação Brasileira, um dos maiores pensadores na história da pedagogia mundial.
Freire é o brasileiro mais homenageado de todos os tempos. Recebeu 35 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades estrangeiras e muitas honrarias de organizações como a Unesco.
Sua obra-prima, Pedagogia do Oprimido, com mais de um milhão de exemplares vendidos, é a terceira obra de ciência humanas mais citada em trabalhos acadêmicos no mundo inteiro, à frente de Vigiar e Punir, de Michel Foucault, e de O Capital, de Karl Marx.
No livro, Freire analisa a teoria da ação antidialógica, base da opressão das classes dominantes, opondo a ela a teoria da ação dialógica, que ilumina as iniciativas das classes populares nas lutas por sua libertação. Freire defende a tese de que não há revolução sem diálogo, e que não há diálogo sem amor.
Tenho uma história familiar para medir o prestígio do grande pernambucano. Em 2010, meu filho, o Amílcar Rabelo de Queiroz, físico matemático, esteve a trabalho no Estado de Tamil Nadu, Sul da Índia. Lá visitou uma escola primária do vilarejo rural de Pattukkottai, distrito de Thanjavur. Foi apresentado aos alunos e professores como brasileiro: “Brasil, Pelé”! Silêncio. Ninguém deu sinal de conhecer o maior jogador do mundo de todos os tempos. Daí um professor se manifestou: “Brasil? Paulo Freire!” E puxou meu filho até uma estante onde havia vários livros do maior educador brasileiro.”
Essa história já foi contada pelo professor Venício Lima no artigo “Comunicação e Cultura em Paulo Freire”, publicado pelo Observatório de Imprensa em fevereiro de 2011.
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Marilia Lopes em 21/09/2019 (EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS – Ediçao 253 – 20/09/2019 – A pedagogia social voltada para a convivência como forma de educar socialmente para os direitos humanos)

Importante fundamentação para que cada vez mais a educação popular ,comunitária e social Onde são específicas em seus conteúdos e origens ao passar dos tempos vem se complementando em pilares !Bebendo saberes nesse texto acima nos faz perceber o quanto temos de socializar em nossas formações continuadas,encontros divulgar .Porque tem nuito a contribuir para embasar e ampliar a capacidade da educaçao que se dimensiona nps pilares que essa educação e desafiada diante da conjuntura política de um Desgoverno fascista e mascarado de democracia militarizada de Inconstitucionalidade!
Ativista educadora popular de direitos humanos /Movimento Estadual Educadores (as) Populares e Sociais Rj.

Carlos Henrique Tretel em 21/09/2019 (EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS – Edição 252 – 13/09/2019 – Direito à educação: um direito garantido a todos/as? )

Por um FUNDEB PERMANENTE JÁ

assim diz, por sua vez, Beatriz Cerqueira:
“…Por que a vinculação é importante? 🤔 Educação é política geracional, não vai resolver em 4 anos, não vai resolver em 2 anos… Você precisa de um processo per-ma-nen-te e de lon-go pra-zo para superar os problemas, as desigualdades e melhorar os indicadores relacionados à educação. ❤ É por isso que tem um Plano Nacional de Educação. E é por isso que tem um Plano Estadual de Educação. E me permitam a observação: antes da gente dar palpite sobre a educação, além de conhecer a realidade da sala de aula, valeria a pena também ler o Plano Estadual de Educação e o Plano Nacional de Educação. 😉 Porque não zera tudo não gente. Um governo não começa com um cheque em branco para fazer tudo o que quiser… daqui 4 anos outro governo começa tudo do zero prá fazer tudo o que quiser… O Zema não está começando do zero. O Zema está começando, além de ter a Constituição, além de ter toda a legislação, ele tem um Plano Estadual de Educação que ele tem que cumprir. Aí estão estabelecidas metas e diretrizes que ele terá que prestar contas, inclusive à Assembleia Legislativa porque ela é uma daquelas (instâncias) que fazem monitoramento…” – Beatriz Cerqueira.
👏👏👏👏 Bravo, Beatriz 👏👏👏 Vão trabalhar, Zema, Dória & Cia, cumpram os Planos Estaduais de Educação.
👏👏👏 Bravíssimo, Bia 👏👏👏 Vá trabalhar, Bolsonaro, cumpra o Plano Nacional de Educação.👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

Luiz do Nascimento Carvalho em 20/09/2019 em resposta a Dayse em 19/09/2019 (EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS – Edição 249 – 23/09/2019 – Direitos Humanos, Cultura e Educação: o reconhecimento dos saberes e fazeres das classes populares)

Cara Dayse. Agradecemos pela sua disponibilidade em prestigiar a revista e tecer seus comentários. A forma como se refere ao tema abordado, no entanto, é bastante inoportuna e revela: a) agressividade e arrogância na própria distorção da realidade a que se refere; b) desconhecimento da obra de Paulo Freire (certamente não se deu ao trabalho de ler nenhuma delas). Se estou errado? prove para mim, cite um trecho de qualquer obra dele e comente; c) usa um gênero discursivo cujo objetivo não é dialogar mas agir como um miliciano das redes, desses que buscam destruir reputações propagando mentiras; d) certamente não que dialogar, por isso tenho clareza que minhas palavras aqui nesse comentário são como golpear ferro frio, enxugar gelo, apanhar água na peneira, querer beijar bunda de maribondo, atentar o cão com reza, e tantos outros ditos populares que buscam revelar que a atitude é em vão; e) você também evidencia um recurso linguistico e argumentativo, que já foi mapeado e descrito pela psicanalise de Freud. Esse fenomeno recebeu o nome de Projeção, que corresponde a atribuir ao outro algo que caracteriza a si próprio. Em todo caso, quero fazer votos que você fique bem e, nesse percurso, encontre a serenidade necessária para descobrir o quão fascinante e humanizadora é a obra do patrono da educação brasileira, adotado nas melhores universidades do mundo, e que figura ao lado de outros grandes pensadores da educação. No entanto, para alcançar essa forma de autoesclarecimento e mudança qualitativa das próprias posições é necessário haver capacidade de diálogo, reconhecimento do outro, abertura para construir juntos de.forma dialógica o conhecimentoe a interpretação do mundo. Fique bem!

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