Nilma Lino Gomes Cedecom Montes Claros

TV UFMG estreia série ‘Mulheres Cientistas’ com Nilma Lino Gomes

Nilma Lino Gomes é a primeira de oito entrevistadas. Na série, as cientistas falam de suas contribuições para a sociedade

As mulheres representam 46% dos líderes de grupos de pesquisa na Universidade Federal de Minas Gerais. Elas são maioria entre estudantes, na graduação e na pós. Com base em estudo de 2017 da Elsevier, uma das maiores editoras científicas do mundo, as mulheres produzem metade da ciência brasileira. Apesar disso tudo, invisibilidade e outras barreiras continuam sendo enfrentadas pelas pesquisadoras brasileiras.

Neste cenário, a TV UFMG acaba de estrear a série Mulheres cientistas, que busca contribuir para a reflexão sobre a mulher cientista no Brasil, suas questões, dilemas, enfrentamentos e desafios. Para a jornalista Soraya Fideles, responsável pela produção, reportagem e edição de conteúdo da série, a iniciativa busca estimular o debate sobre “equilíbrio de gênero entre pesquisadores e pesquisadoras e a participação feminina no campo das ciências e das carreiras acadêmicas”.

O primeiro dos oito episódios da série Mulheres cientistas é com professora aposentada da Faculdade de Educação Nilma Lino Gomes, recém-agraciada com o título de Professora Emérita da UFMG. Nilma Lino Gomes é pedagoga e mestre em Educação (UFMG), doutora em Antropologia Social (USP), com residência pós-doutoral em Sociologia pela Universidade de Coimbra. É professora da graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação (FaE) da UFMG. Coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Étnico-raciais e Ações Afirmativas (Nera) e o GT21 Educação e Relações Étnico-raciais da Anped (2012-2013). Integra a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional.


Com informações da Agência de Notícias da UFMG.

Imagem de destaque: Cedecom ICA/UFMG

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