X Seminário Anual Pensar a Educação, Pensar o Brasil

– 2016 –

 “A Escola Básica interroga a Universidade”

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“A Educação Básica interroga a Universidade”
Professor Miguel Arroyo (UFMG)
31/03/2016
O professor emérito da UFMG Miguel Arroyo discutiu as interferências da Universidade no cotidiano da Educação Básica. Ele falou sobre a formação continuada de professores e como os pesquisadores atuam nas escolas.

 

“A Educação Básica interroga a Universidade”
Professora Margareth Diniz (UFOP), Professor José Jardilino (UFOP) e Professora Solange Mol (Prefeitura Municipal de Ouro Preto)

28/04/2016
A conferência confrontou as percepções e necessidades da Escola Básica em relação à Universidade e vice e versa.

 


“A Educação Básica interroga a Universidade”
Professor Leôncio Soares (UFMG) e Professora Denise Araújo (CP/UFMG)
19/05/2016
O encontro que também integrou a programação do do “Seminário 30 anos da EJA na UFMG: sujeitos e suas perspectivas” que celebrou três décadas do projeto de Educação de Jovens e Adultos na instituição. Na oportunidade, o professor Leôncio Soares, da Faculdade de Educação da UFMG, e a professora Denise Araújo, do Centro Pedagógico da UFMG, fizeram revisões históricas e também contaram suas experiências no programa de Educação de Jovens e Adultos da universidade, inclusive com depoimentos de alunos e professores. Também esteve presente no encontro a professora Leonor Ferrari, primeira coordenadora da EJA UFMG.

 

“Relações entre universidade e Educação Infantil: questões sobre cuidado e educação de bebês e crianças pequenas no espaço público”
Professora Isabel de Oliveira (UFMG) e Professora Vera Lúcia Vieira (Escola Municipal de Educação Infantil Miriam Brandão e UMEI Céu Azul)
30/06/2016 
As professoras comentam falar sobre suas experiências e análises sobre a educação infantil pública. 

 

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“A Educação Básica interroga a Universidade”
Shirley Aparecida de Miranda (UFMG) e Beatriz Cerqueira
25/08/2016
As professoras fizeram uma reflexão sobre a situação política brasileira baseada na proposta de congelamento de investimentos em políticas públicas e educacionais. Também relataram que a falta de conhecimento ou informações equivocadas nos levam a acreditar que essas comunidades fazem parte de um passado distante ou já se integraram a nossa sociedade.

 

“Atendimento Educacional Especializado (AEE)”
Regina Célia Campos (UFMG) e Luciana Pacheco (AEE/PBH)
29/09/2016
A professora Luciana Pacheco, profissional de Atendimento Educacional Especializado, fez uma breve descrição sobre os serviços prestados pela prefeitura à comunidade escolar, através das salas de recursos pedagógicos que estão à disposição dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais. No segundo momento, a professora e pesquisadora Regina Célia fez uma contextualização histórica da Educação Inclusiva e apresentou alguns pensadores do século XX que acreditavam na educabilidade das pessoas com deficiência intelectual. No Brasil, somente na segunda metade do século XX surgem as primeiras conferências para pensar essas questões e foi a partir do século XXI, através de leis e decretos, que as crianças com deficiências conseguiram o seu espaço e passaram ser atendidas pela escola regular.

As ocupações realizadas em diversas universidades de todo Brasil contra o congelamento de investimentos em saúde e educação impediram a realização das duas últimas conferências previstas para 2016