Seminário de 2012:

“Que educação, para que país?”

 

1ª Conferência 28/03/2012 “Das políticas de governo às políticas de estado: reflexões sobre a atual agenda educacional Brasileira”

Dalila Andrade Oliveira (UFMG)

A pesquisadora observa as políticas mais recentes que interferiram na educação Brasileira e os desafios atuais trazidos pela nova condição que o País passou a ocupar no cenário internacional. Alila discutiu a proposta de criação do Sistema Nacional de Educação.

2ª Conferência 26/04/2012 “Brasil: que educação, pra que país?”

Carlos Roberto Jamil Cury (UFMG/PUC-MG)

O professor Carlos Roberto Jamil Cury avalia a questão da educação sob dois aspectos: o destino da educação escolar no Brasil e qual educação é esta que se destina aos brasileiros. Ele lembra o esforço por direitos sociais presentes entre os positivistas no inicio da república.

3ª Conferência 31/05/2012 “O ensino superior no Brasil”

Simon Scheatzman (Instituto de Estudos do trabalho e Sociedade – RJ)

O Brasil possui um sistema de ensino superior relativamente grande em termos absolutos, mas ainda carente no atendimento de grande parte da população com renda menor. O pesquisador observa a educação a partir desse entendimento e quais as causas e consequências dessa característica do ensino superior

4ª Conferência 28/06/2012 “O custo aluno-qualidade inicial como proposta de justiça federativa: um primeiro passo rumo à uma educação pública de qualidade no Brasil”

Daniel Cara (Campanha Nacional pelo Direito à Educação)

O pesquisador apresenta o mecanismo do Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), criado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, como instrumento de tornar mais equilibrado e eficaz o federalismo brasileiro no tocante à oferta de matriculas na Educação Básica.

7ª Conferência 29/11/2012 “Da ausência do debate sobre a qualidade da escola publica na agenda política brasileira”

Marcos Taborda (UFMG) e Diogo Puchta (UFMG)

Apesar do crescimento econômico o Brasil continua a apresentar baixos índices sociais. Os pesquisadores destacam como a agenda da educação no país ainda encontra inúmeras e graves questões pendentes. Mesmo com a expansão de vagas no ensino fundamental e os bons resultados no IDEB, é impossível fechar os olhos ara questões como a não expansão da educação infantil, as grandes taxas de abandono escolar e a qualidade da educação oferecida.