São Paulo- SP- Brasil- 11/05/2016- A Cidade De São Paulo Recebeu Na Noite Desta Quarta-feira (11) A Sua Sétima Sala Pública De Cinema, Localizada Na Galeria Olido, Região Central Da Cidade. A Ação Faz Parte Do Circuito Spcine, Que Até O Fim De Maio Abrirá 20 Novos Espaços De Exibição Espalhados Por Toda A Capital, Formando A Maior Rede Pública Do Brasil. Neste Equipamento, Os Ingressos Terão O Valor De R$ 8 (inteira) E R$ 4 (meia Entrada). Com 236 Lugares Sentados, O Tradicional Espaço De Exibição Foi Totalmente Digitalizado E Recebeu O Nome De Sala Cine Olido. Assim Como Em Todas As 20 Salas De Cinema Que Formarão O Circuito Spcine, O Espaço Conta Com Equipamentos De Projeção Digital Christie 2D/2K, Capacidade De Fluxo Luminoso De 10 Mil Lumens E Sistema De Som Dolby 5.1, Importados Do Canadá, Com Tecnologia De Ponta.

“Esta é Uma Sala Que Já Tem Uma Identidade E Uma História, é Uma Sala Que Deu Muito Certo, Mas A Gente Pode Potencializar Com Outros Públicos E Outros Usos. Complementar O Que Já Existe E Ampliar A Possibilidade Desta Sala Ter Ainda Mais Público Do Que Ela Já Tem”, Afirmou O Diretor-presidente Da SPCine, Alfredo Manevy.

Seis Salas Já Foram Inauguradas Nos CEUs Aricanduva,  Quinta Do Sol,  São Rafael, Meninos, Butantã E Jaçanã. Mais Nove Serão Implementadas Em Outros CEUs, Sendo Duas Na Zona Leste, Quatro Na Zona Sul E Três Na Zona Norte. Nelas, Os Ingressos Serão Gratuitos.

As Outras Quatro Salas Ficarão Em Equipamentos Culturais, Como A Inaugurada Nesta Quarta Na Galeria Olido. Duas Delas Serão No Centro Cultural São Paulo (CCSP), Uma No Centro De Formação Cultural De Cidade Tiradentes E Outra Na Biblioteca Roberto Santos, No Ipiranga. Nestes Locais Os Ingressos Terão Preço Simbólico, Variando Entre R$ 3 E R$ 8, Para Que Possam Entrar Na Contagem Nacional De Público.

“A Inauguração Desta Sala é Uma Conquista Importante Para A Política Cultural Da Cidade. É Muito Bom Ver Políticas Pública

Cinema e conhecimento: produção e vivências

No dia 19 de junho de 1898, Afonso Segreto,  registrou as primeiras imagens em movimento no Brasil. Por isso, celebramos nessa data, o dia do Cinema Nacional. Mas de lá prá cá, muitas coisas acontceram, e a produção brasileira cresceu e diversificou. Mais que produtos audiovisuais, o cinema brasileiro narra, reflete e analisa sobre nossas realidades, não só como uma janela, ou um espelho, mas como um lugar próprio para se produzir conhecimento. Para discutir isso recebemos no dia 15 de junho Dayane Gomes e Tatiana Carvalho.


Imagem de destaque: Heloísa Ballarini/ Secom